Você está contente com o seu LMS? Parte 4 – Learning

Em 2013, a indústria do e-Learning girou em torno de US $ 40 bilhões. Em 2016, a previsão é de mais de 51 bilhões de dólares em todo mundo e mais de 2,2 bilhões somente na América Latina. Dados confirmam que 41,7% das Top 500 empresas globais, elegidas pela revista Fortune, vão utilizar alguma forma de tecnologia educacional para instruir funcionários durante as horas de aprendizagem formal.
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Em 2019, cerca de metade de todas as aulas das universidades americanas serão baseadas em e-Learnings. É mais do que óbvio que e-Learning revolucionou e mudou a maneira que nós olhamos para aquisição de habilidades e conhecimento.

Como resultado, há um interesse das grandes empresas que desenvolvem sistemas LMS em acompanhar a onda de evolução que a Educação a Distância propõe. No entanto, existem milhares de LMS para escolher no mercado. Diante deste cenário, você sabe qual é o melhor LMS para sua estratégia de Educação Corporativa?
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Como falamos anteriormente no primeiro artigo desta série, para tratar do “L”, de Learning, buscamos a referência de Hug e Friesen, no livro “Didática do Microlearning” (2007), que entendem que aprendizagem são os processos de construção e organização do conhecimento, que podem envolver a transformação de comportamentos, atitudes, valores, habilidades, desempenho em tarefas, reações emocionais, padrões de ação e dinâmica social. A aprendizagem pode ocorrer de diversas formas, de maneira formal, informal, colaborativa ou cooperativa.

Ter consciência dos tipos de aprendizagem possíveis e de que forma a cultura organizacional da empresa favorece essas aprendizagens já são um excelente começo para pensar em um LMS.

Se a sua organização possui no seu dia-a-dia uma cultura mais cooperativa, promover situações de aprendizagem onde as pessoas possam se ajudar, cooperando uma com as outras, é uma estratégia a ser valorizada e são recursos a serem buscados nos LMS. Fóruns, chats, wikis, atividade em grupo e orientada a projetos são recursos bem-vindos para conduzir estas estratégias no LMS.

Se há uma cultura de aprendizagem informal, onde as pessoas colaboram umas com as outras por meio de troca de conhecimentos e informações, um LMS que permita o compartilhamento de conhecimento em forma de comunidade de prática pode ser extremamente útil. Se as pessoas, ainda, possuem uma boa fluência digital e gostam de criar os seus próprios materiais (gravar vídeos explicativos, por exemplo), torna-se necessário no LMS disponibilizar recursos para que as pessoas tenham autonomia para criar e compartilhar as suas próprias instruções. Se o grupo a ser capacitado for movido por um sistema que gere competitividade (quantidade de vendas, produtividade), um recurso de gamification que reconheça a pessoa em um ranking por pontos obtidos pode ser uma excelente ferramenta. Portanto, o raciocínio que sugerimos aqui é o de olhar para a cultura organizacional e daí, extrair a necessidade de utilizar um recurso no LMS.

Autonomia

É importante salientar que a aprendizagem no modelo a distância é em sua grande maioria tratada de forma autônoma, além de variar de pessoa para pessoal e ser totalmente intransferível. Muitas empresas não entendem tais pontos, o que dificulta o processo de ensino aprendizagem nas grandes organizações, insistindo em um modelo passivo e autoritário.

Se a aprendizagem na modalidade a distância é autônoma, ou seja, depende muito mais do aluno do que o tutor/professor em si, é necessário fornecermos ferramentas e total apoio para que o colaborador possa realizar os conteúdos e adquirir conhecimento. O LMS, por ser o repositório do conhecimento em forma de Universidade Corporativa, deve ser um LMS amigável, de fácil acesso e encontro das informações, (neste post você vai encontrar todas as dicas de como seu LMS deve ser), para que o aluno se sinta mais confortável possível para aprender por meio do e-Learning.

Aprendizagem Formal VS Informal

Aprendemos a todo instante e cada vez mais rápido. A velocidade em que o mundo dos negócios trabalha é cada vez mais acelerada e para acompanhar devemos estar sempre nos atualizando e adquirindo conhecimento. Para acompanhar o mercado, as grandes empresas investem alto em plataformas LMS e programas de treinamento, com e-Learnings cada vez mais sofisticados.

Este modelo de aprendizagem é considerado formal, mas nem sempre aprendemos “formalmente”. Muitas vezes, adquirimos habilidades e conhecimentos por meio das redes sociais, podcasts, vídeos, webinars e até mesmo por meio de mensagens instantâneas. Este tipo de aprendizagem é considerado informal, pois foge dos padrões de Programas de Treinamento, sala de aula (virtual e física) e do método professor-aluno.

Porém, nem todo mundo aprende de forma igual, ainda mais os adultos. A Andragogia (do grego andros que significa adulto, e agogôs, que denota educar) tem por objetivo ajudar no desenvolvimento de novos conhecimentos e habilidades e é muito utilizada na Educação Corporativa. Portanto, devemos conhecer os tipos de aprendizagem e adaptá-los a cada público-alvo específico.

Tipos de aprendizagem

Existem muitas formas de aprendizagem e sabemos que cada pessoa tem uma afinidade melhor com cada uma, para isso existem Objetos de Aprendizagem, que são recursos educacionais, em diversos formatos e linguagens, que tem por objetivo mediar e qualificar o processo de ensino-aprendizagem.

Na Educação Corporativa o OA (Objeto de Aprendizagem) mais encontrado no LMS é o e-Learning, porém, este artigo tem como objetivo mostrar que existem alternativas, também muito efetivas e de baixo custo, além do e-Learning convencional, portanto, iremos mostrar o  ponto de vista da SOU, assim você, leitor, poderá entender entender como trabalhamos e porque nossas soluções educacionais conseguem atingir altos índices de NPS (Net Promoter Score).

NPS SOU Net Promoter Score
Exemplo do NPS na SOU.

Aqui na SOU, temos a responsabilidade como especialistas no mercado de Educação Corporativa, para fornecer a melhor Solução Educacional para as empresas. Para isso, procuramos entender a fundo o perfil dos colaboradores de cada empresa, pensando nos 6 conceitos da Andragogia, prestando uma consultoria para cada Objeto de Aprendizagem (aqui gostamos de chamar de Solução Educacional) que iremos desenvolver.
Desenvolvemos as seguintes frentes:

  • e-Learning puro
  • Serious game
  • Rapid learning
  • Video learning
  • Simuladores
  • Mobile learning
  • Podcast
  • Whiteboard
  • Apresentação presencial
  • Apostilas
  • Pocket learning

Os 6 conceitos da Andragogia:

  • Necessidade
  • Autoconhecimento
  • Experiências
  • Prontidão
  • Orientação
  • Motivação

Tendências para Educação Corporativa em 2016

No começo de 2016, sugerimos as principais Tendências para Educação Corporativa em 2016 e como elas podem transformar a Educação na sua empresa, recomendamos a leitura do artigo completo para você entender como sua empresa pode se diferenciar dos concorrentes e engajar ainda mais seus colaboradores.

Obrigado por acompanhar a nossa série sobre LMS, esperamos que a leitura tenha sido agradável e possa ter esclarecido as principais dúvidas que envolvem o anagrama LMS. Até a próxima!

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