Quando os dados não geram ação, o problema está na forma de usar, não na quantidade
Em muitas operações, o esforço para medir já existe. Relatórios são gerados, dashboards são criados e números são apresentados. No entanto, ainda assim, a sensação é de que pouco muda. Isso acontece porque medir sem uma lógica de uso gera acúmulo, não direção. Além disso, quando os indicadores não estão conectados a decisões claras, eles viram apenas registro histórico. O time acompanha o que aconteceu, mas não sabe exatamente o que fazer com aquilo. Como resultado, surgem três efeitos comuns.- Primeiro, decisões baseadas em percepção, e não em evidência.
- Segundo, dificuldade de priorização, porque tudo parece igualmente importante.
- Terceiro, fragilidade na comunicação com a liderança, já que os dados não sustentam uma narrativa de impacto.

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